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Prefeitura de Uruburetama diz não ter caixão e bebê é enterrado em armário de cozinha


Segundo TCE, a gestão de Dr. Hilson comprou 80 urnas infantis para famílias carentes em maio, mas o equipamento simplesmente desapareceu em menos de dois meses.

A população de Uruburetama está indignada com a gestão do prefeito tarado, Dr. Hilson (PCdoB). Além das inúmeras acusações por assedio sexual contra o médico, o corpo de um bebê foi enterrado em um caixão improvisado, feito com um armário de cozinha, porque a Prefeitura alega não ter mais nenhum caixão infatil. A família teve de encarar a morte da criança sem direito a dignidade.

A notícia da falta de caixão infantil levanta suspeitas sobre a licitação para serviços de assistência funerária, fechada em 3 de maio de 2018, segundo o portal do Tribunal de Contas do Estado (TCE).

No contrato, a gestão de Dr. Hilson gastou R$ 118 mil na compra de 220 urnas para famílias carentes. Dessas, 80 eram infantis. No entanto, menos de 60 dias depois, a Prefeitura de Uruburetama alega não ter mais nenhum dos 80 caixões.

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