Resumo

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Bolsonaro critica medidas contra a Covid-19 no Ceará e pede volta dos políticos às ruas

O chefe do executivo nacional não usou máscara em nenhum momento em que esteve em Tianguá. Ele anunciou obras no Ceará.

 Nesta sexta-feira, dia 26, o presidente Jair Bolsonaro (Sem Partido) criticou as medidas mais duras adotadas por governadores e prefeitos para frear o avanço da Covid-19 no Brasil. O discurso do presidente aconteceu durante cerimônia de assinatura de ordens de serviço para obras no Ceará.

O chefe do executivo nacional não usou máscara em nenhum momento em que esteve em Tianguá.

O presidente ainda pediu que políticos eleitos retornem às ruas e militem mesmo após o fim das eleições. “Aos políticos que me criticam, sugiro que façam o que eu faço. Eu tenho um prazer muito grande de estar no meio de vocês”, disparou.

“Esses que fecham tudo e destroem empregos estão na contramão daquilo que seu povo quer. Não me critiquem, vão para o meio do povo mesmo depois das eleições”, frisou o presidente, se referindo a medidas como lockdown e decretos de isolamento social. O público presente gritou “Queremos trabalhar! Queremos trabalhar!”, durante os discursos

No Ceará, está vigente decreto de “toque de recolher”, com restrição de circulação em ruas e vias públicas das 22h às 5h.

Bolsonaro chegou a Tianguá de carro e sem usar a máscara de proteção contra a Covid-19. Ele entrou no Polo de Lazer Regis Diniz, sem usar a proteção e permaneceu assim durante toda a cerimônia.

Obras no Ceará

  • Durante a cerimônia da qual participou Bolsonaro, foram assinadas as ordens de serviço das seguintes obras: 
  • Continuidade do viaduto da BR-116 na cidade de Horizonte, obra parada há 16 anos. Valor: R$ 5,2 milhões;
  • Duas obras de correção de curvas da BR-222 na cidade de Umirim, obra parada há 5 anos. Valor: R$ 16,7 milhões;
  • Travessia urbana no trecho da BR-222 na cidade de Tianguá, parada há 10 anos. Valor: R$ 66.123.320,74;
  • Duplicação do trecho da BR-222 entre o Porto de Fortaleza ao Porto de Pecém.

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